O que ela escreveu
Em 2019, Liberty me conheceu. O que começou com uma conversa se tornou uma relação de dominação e submissão, vivida fora da ficção e registrada por ela ao longo do tempo.
O Diário de Liberty nasceu dessas anotações. Em primeira pessoa, ela conta nossos encontros, as sessões, os desejos que ainda não sabia nomear e as dúvidas que apareceram quando a submissão deixou de ser apenas fantasia.
Liberty queria entender por que se sentia livre justamente quando escolhia se entregar. Para isso, voltou às próprias lembranças e colocou no papel prazer, dor, confiança, excessos, afastamento e reencontro.
É a transcrição de uma relação real — o registro de como ela viveu aquela experiência e das marcas que permaneceram.
